tesseras

Sua área de transferência em todas as suas máquinas. O servidor não consegue ler o que sincroniza.

E2Ecriptografia fim-a-fim

Uma tessera era uma ficha romana partida ao meio. Cada metade não valia nada sozinha; encaixar as duas de novo provava quem você era. É o que parear um dispositivo faz aqui.

Isto não é uma animação. Digite no primeiro painel: o texto é cifrado nesta aba, de verdade, e o painel do meio mostra os bytes que sairiam daqui.

seu laptop
o que o servidor vê

seu telefone

O painel do meio é tudo que o servidor chega a segurar: bytes cifrados, o tamanho e o tipo. A chave desta demonstração nasceu nesta aba, não sai dela, e nada aqui vai para a rede — abra o inspetor de rede e confira.

Como funciona

O conteúdo é cifrado no dispositivo que copiou, antes de qualquer coisa tocar a rede, e só é aberto nos dispositivos que você pareou. O servidor encaminha envelopes e cobra pelo tamanho deles. Ele não guarda chave que abra um, e nós também não.

A área de transferência é onde senhas, códigos de uso único e tokens de API passam alguns segundos a caminho de outro lugar. Um serviço de sincronização capaz de ler esse fluxo é um vazamento com data marcada, então este foi construído ao contrário.

Remover um dispositivo gira a chave do cofre, em vez de marcar uma coluna no banco. Sem isso, o aparelho removido continuaria decifrando tudo que você copiasse depois de removê-lo — que é justamente o que você quis impedir ao removê-lo.

A recuperação é uma frase de doze palavras, e só ela. Perder todos os dispositivos pareados e a frase junto significa perder o histórico, para você e para nós. É o preço de não termos a chave, e ele é cobrado na primeira tela do aplicativo, com essas palavras.

O que o servidor sabe

A lista honesta, sem arredondar para "nada":

Tamanho e tipo estão em claro porque os limites do plano são aplicados contra eles, por um servidor que não pode olhar dentro. O resto da lista é inerente a rotear qualquer coisa entre dois aparelhos. O conteúdo não está nessa lista, e é o único ponto que importa.

Plataformas

plataformacapturacomo
Windowsautomáticoescuta de eventos da área de transferência
macOSautomáticoleitura periódica do changeCount
Linux X11automáticonotificação de seleção do XFIXES
Linux Waylandautomático onde há wlr-data-control sway, Hyprland, river, KWin. O GNOME não implementa esse protocolo, e ali o caminho cai para o XWayland
FreeBSD, OpenBSD, NetBSDautomáticoo mesmo caminho do X11
Androidsob ação desde o Android 10 o sistema não deixa um aplicativo em segundo plano ler a área de transferência: envie pelo menu de compartilhamento, receba pela notificação
iOSsob ação desde o iOS 14 não existe leitura da área de transferência em segundo plano: envie pela folha de compartilhamento, cole pelo teclado do aplicativo

No computador isto funciona sozinho. No celular não funciona, e não é uma limitação que dê para consertar do nosso lado — é o sistema operacional protegendo você de aplicativos que fazem exatamente o que este faria. Está aqui, e não em um e-mail de suporte depois que você pagou.

Planos

planopreçotextoarquivodisp.histórico
grátisR$ 04 KB25 min
pessoalR$ 19,00256 KB10 MB530 dias
proR$ 49,001 MB100 MB1090 dias, itens fixados

Os limites são em bytes, não em caracteres, porque o servidor não consegue contar caracteres de algo que não consegue ler. Em português com acento a diferença não é um arredondamento: ç, ã e é ocupam dois bytes cada em UTF-8, e um emoji ocupa quatro. O cliente conta bytes UTF-8 e mostra esse número, que é o mesmo que o servidor vê.

Perguntas